terça-feira, 15 de setembro de 2015

Revistas que cenas banais

Olá como sabem a minha vida è uma bela de uma seca. E como secante que sou, aborreço a  minha própria pessoa.
 E o que faço para me entreter? 
Entrego-me a banalidade das revistas sobre coisas. Não que todas as revistas sejam banais, eu é que leio aquelas que se dedicam a vender e a ser fáceis de ler.  
Mas eis que ao olhar para as revistas do costume,  a revista BLZ  prende-me  o olhar. 
 Ainda na dúvida de a comprar penso...
"Eu não percebo lá grande coisa de música mas o meu irmão sim, se não perceber algo que esteja na revista, posso esclarecer  com ele." 

E COMPRO A REVISTA.

"VOU SAIR DA BANALIDADE" pensei tão feliz...mas não foi bem isso assim.

E agora um pouquinho mais sério.

A verdade é que não gostei do conteúdo.

Uma revista è um trabalho de vários departamentos, um esforço  muito grande,  que vai desde fotografia e imagem,  pagina on-line, gestor de conteúdos a  entrevistas entre outros grupos de trabalho. 
Na minha opinião  é a parte de de entrevistas com músicos, com produtores e conversas sobre a industria que mais banal me pareceu. O que sinceramente para a quantidade de anos que a revista tem, fica a parecer que estagnou ali por volta dos anos 2004 ,2005.
Também que numa revista em formato físico  limita sempre um pouco mais, em relação ao formato digital. Afinal o papel sai mais caro  que o espaço virtual.
No entanto para quem lê com alguma regularidade a revista em papel, acho que se podiam esforçar um pouco mais no que toca a abordar temas um pouco mais complexos e relacionados com a indústria musical.

Não que tenham de mudar tudo na revista mas por algo um pouco mais... Não secante...

Mas se formos a olhar para o que faz mais sucesso de revistas e leituras no nosso cantinho talvez não seja correcto da minha parte estar assim tão desiludido.

Mas gostava que a revista mais popular de musica, não fosse tão parecida com as revistas "populares", que se limitam a fazer algum reportório do que se passou na vida dos mais famosos e a falar muito pouco do que consistiu, o que ajudou, o que inspirou a fazer novo material.  No caso da BLZ falasse pouquinho de música. 

Sei que é cruel fazer uma relação tão directa entre uma revista dedicada a musica a uma dedicada ao Jet set.
Mas o meu desalento ao ler revista, foi equivalente a uma facada cerebral.

Pode ser que seja eu que não  perceba mesmo nada de musica, e admito que não sou um entendido da questão. Mas confesso que não me pareceu que  naquela revista em particular se falasse muito de musica.

Tenho de me acomodar a pobreza intelectual  de esta e outras revistas ou procurar outro hobby que me forneça material de leitura.

V.P( vosso pensamento) Seu Imbecil a Internet esta cheia de coisas interessantes para ler!

Pois  pensam muito bem mas gostava de não estar sempre com os olhos por detrás de um ecrã.

Tanto tempo em Tablets e PC para não falar de televisão, começa a ser secante...





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