sábado, 21 de novembro de 2015

Do verão para pleno Outono

Aí que belos dias de praia que eu desfrutei nestes belos dias de Novembro.  O que soube  muito bem pois confesso  que o meu aniversário è a meio deste mês  e  soube bem saborear este dia como se fosse pleno agosto.

No entanto sinto a frustração do "tão depressa o sol brilha como a seguir está a chover" 
Esta alteração acontece hora a hora. Às vezes sinto-a  num simples mudar de um lugar ao sol para a sombra. 

E depois admiram-se de haver um maior número de depressões nesta altura do ano. E veem os senhores das ciências psicológicas falar da crise e de factores de stress. 
Tudo balelas de quem tenta justificar o óbvio para ter emprego esquecendo o mais elementar dos elemento que mais influencia têm sobre nós. 

A Mamã Natureza. 

Aquela que directamente não controlamos mas da qual dependemos tanto mas que cada vez   mais mal tratamos. 

Aturar o inconseguimento da mãe è chato. Mas se a tratarmos um pouco melhor talvez ela não nos malhe tanto a cabeça.

Até lá tira casaco põem casaco. Frio, calor , castanhas, nevoeiro,  o castanho avermelhado e dourado na calçada. 

E o que custa sair da cama...

Tudo isto é vida.... e a vida è uma seca.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ai ai a burocracia

Pois bem...

É daquelas coisas na vida que são mesmo uma seca. Alias não uma seca, são mesmo mesmo uma merda.

Numa era digital ,num contexto Europeu, onde os documentos de identificação têm um chip que até o numero de peidos que damos por dia conta, acho muito estranho a quantidade de papel é necessária para tratarmos de serviços com o estado.

Nos dias de hoje quem compra livros em formato de papel, e um assassino de árvores e  de todos os seus habitantes.

É uma constate procura de papeis e folhas que somos obrigados a ter e mostrar, mesmo que as coisas lentamente estejam a mudar ainda estamos longe, tão longe de cada cidadão ter uma cloud em constante sincronização com o estado. Mudar de residência,declarações na segurança social, tudo ser simples como postar no facebook. E até bebes postam no face.

Mas passando a seca de andar a limpar o pó a dossiers velhos por causa de um papel e de nos cortarmos a passar folha a folha, ainda há algo bem pior.

IR Á CENTRAL DA BUROCRACIA... conhecida como loja do cidadão.

Talvez seja pelo café que temos de tomar as 4 da manhã para termos de apanhar um autocarro as 5 e conseguirmos estar na fila para a senha as 6.

Entre estas horas já foram mais dois cafés e começa a longa espera. É não se esqueçam que são 6.30 da manhã o dia ainda não aqueceu e  estamos numa fila para tirar uma senha. 
Escusado será dizer que está fila já está com muita gente. 
Escusado será também dizer que a espera para sermos atendidos será ainda maior. 

Mas hei! Haja eficácia no atendimento apesar das horas de espera saímos ainda mais confusos com pedidos de mais papelada , pois aparentemente os computadores do estado não falam uns com os outros, com a certeza que vamos ter de passar por esta espera mais uma vez e com a verdade indiscutível da vida de que .... 

... A vida è uma seca.

sábado, 31 de outubro de 2015

Cozinha e comida...

 Vocês cozinham?

Eu cozinho. Não sou nenhum chef, nenhum aspirante a chef e muito menos um amador que se acha na capacidade de fazer programas para o 24 kitchen. 
Não quero hoje abordar os pseudo-cozinheiros.
Mas cozinho como actividade rotineira, de quem atum com salsichas, não se pode comer 6 x por semana.   
Há muito para aprender na nossa própria cozinha muito mais do que a arte de confeccionar o qualquer serrabulho  que Aprendemos desde logo dar valores ao cozinhados da mãe.  Não em todos os casos sejam bons, há  mães que cozinham mal, a questão é: Haja pachorra para ter de cozinhar algo diferente  quase todos os dias para que os putos não façam birras. 

Filhos ingratos há muitos.

Mas a verdadeira questão é o que nos motiva a cozinhar.

Vendo a quadratura do circulo é muito mais fácil  ir a um restaurante, relativamente acessível a nível monetário do que estar constantemente a conspurcar a nossa cozinha. E não é difícil arranjar  um restaurante que sirva comida boa estamos apenas focados na companhia e na comida. E depois sim podemos pensar em chegar a casa relaxar.

Espera.... estamos num rectângulo bem pobrezinho talvez não seja boa ideia ir todos os dias a um restaurante. Não chegamos ao fim do mês, semana sem pedir um resgate e mandar vir a Troika.
 É, ser pobre é  coisa gira que limita a liberdade ou melhor dizendo "no money no Funny".

E sendo pobre há poucas coisas que estejam ao nosso alcance que alegrem  a alma. Então há que procurar  conforto no pouco que ainda temos.  E dada a falta meios há  que ir buscar algum engenho, pois mais importante que barriga cheia é ter gosto em encher a barriga.
É dos prazeres primários mais difíceis de satisfazer e quanto melhor comemos melhor queremos comer,
Ou esta na nossa natureza humana querer sempre algo melhor, nunca estar satisfeito e apenas na sombra da fome comer para sobreviver.

Ou será sub-viver...

funcionamos assim com tudo ou apenas com comida?

São horas de jantar...chocapique,,, cozinhar é uma seca

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Revistas que cenas banais

Olá como sabem a minha vida è uma bela de uma seca. E como secante que sou, aborreço a  minha própria pessoa.
 E o que faço para me entreter? 
Entrego-me a banalidade das revistas sobre coisas. Não que todas as revistas sejam banais, eu é que leio aquelas que se dedicam a vender e a ser fáceis de ler.  
Mas eis que ao olhar para as revistas do costume,  a revista BLZ  prende-me  o olhar. 
 Ainda na dúvida de a comprar penso...
"Eu não percebo lá grande coisa de música mas o meu irmão sim, se não perceber algo que esteja na revista, posso esclarecer  com ele." 

E COMPRO A REVISTA.

"VOU SAIR DA BANALIDADE" pensei tão feliz...mas não foi bem isso assim.

E agora um pouquinho mais sério.

A verdade é que não gostei do conteúdo.

Uma revista è um trabalho de vários departamentos, um esforço  muito grande,  que vai desde fotografia e imagem,  pagina on-line, gestor de conteúdos a  entrevistas entre outros grupos de trabalho. 
Na minha opinião  é a parte de de entrevistas com músicos, com produtores e conversas sobre a industria que mais banal me pareceu. O que sinceramente para a quantidade de anos que a revista tem, fica a parecer que estagnou ali por volta dos anos 2004 ,2005.
Também que numa revista em formato físico  limita sempre um pouco mais, em relação ao formato digital. Afinal o papel sai mais caro  que o espaço virtual.
No entanto para quem lê com alguma regularidade a revista em papel, acho que se podiam esforçar um pouco mais no que toca a abordar temas um pouco mais complexos e relacionados com a indústria musical.

Não que tenham de mudar tudo na revista mas por algo um pouco mais... Não secante...

Mas se formos a olhar para o que faz mais sucesso de revistas e leituras no nosso cantinho talvez não seja correcto da minha parte estar assim tão desiludido.

Mas gostava que a revista mais popular de musica, não fosse tão parecida com as revistas "populares", que se limitam a fazer algum reportório do que se passou na vida dos mais famosos e a falar muito pouco do que consistiu, o que ajudou, o que inspirou a fazer novo material.  No caso da BLZ falasse pouquinho de música. 

Sei que é cruel fazer uma relação tão directa entre uma revista dedicada a musica a uma dedicada ao Jet set.
Mas o meu desalento ao ler revista, foi equivalente a uma facada cerebral.

Pode ser que seja eu que não  perceba mesmo nada de musica, e admito que não sou um entendido da questão. Mas confesso que não me pareceu que  naquela revista em particular se falasse muito de musica.

Tenho de me acomodar a pobreza intelectual  de esta e outras revistas ou procurar outro hobby que me forneça material de leitura.

V.P( vosso pensamento) Seu Imbecil a Internet esta cheia de coisas interessantes para ler!

Pois  pensam muito bem mas gostava de não estar sempre com os olhos por detrás de um ecrã.

Tanto tempo em Tablets e PC para não falar de televisão, começa a ser secante...