domingo, 12 de janeiro de 2020

Entre a solidão e a morte.

Antes de mais apenas queria esclarecer que isto nada tem ver com suicídio.

Esclarecido??

Apenas um pensamento que em dias de maior solidão  coincidência dasse que é um dia onde a memória remete para o dia  perdemos um ente que nos era muito próximo e querido.

Nestes dias em que pouco temos para pensar porque não remoemos a pequenez a do do nosso quatidiano.

Nestes dias a memória mórbida humana não nos consegue levar para os bons dias apenas para o dia em que sentimos das dores maiores.
O esforço que é necessário cognitivo para ir buscar os nós  de boas memórias e estúpido e esgotante. Principalmente  porque nos apercebemos que tanta memória boa não desvenda e a imensa escuridão que assomora um dia...
 Como a beleza do mar durante um dia solarengo e o mesmo mar durante a noite...
Não vemos nada no horizonte apenas escuridão e um sentimento de solidão avassalador.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Aqui estão os 20!

Mais um dia...

Então parece que entramos numa nova década.

Infelizmente parece que pouco ou nada mudou.
Se formos a contemplar 2010 nada mudou.  Isto numa perspectiva mais holística.  Facebook é Google continuam a ser monstros. Continuamos agarrados a ecrãs, a papar conteúdos de entretenimento como se nada mais fosse passível de preencher o vazio das nossas rotinas.
Os contextos políticos continuam a ser os mesmos que ligeiras atenuantes que nos põem em constante estado de preocupação no entanto estamos cada vez mais desligados dessa realidade. O ser político do nosso ser quatidiano é tão estúpido como era em 2010. Mas por obra das redes sociais somos virtualmente mais "activos".  Esse sentimento de actividade oferece a ilusão de participação, mas não passa de facto de nós estarmos a cair num engodo que nos oferece "paz de espírito". Que de facto dê paz tem pouco pois apenas cuspimos insultos pois nem nos damos ao trabalho de entender o outro.
Pois entramos em 2020 com os meninos e meninas dos anos 80 a chegar ao belos 30.

E essa é parte verdadeiramente assustadora. Chegar aos 30 anos.
Fodasse
12 anos de idade adulta e mesmo assim tão imaturo como quando se tinha 16 anos.
Embora a nossa anotomia humana já tenha estabilidade hormonal, começamos a sentir que a juventude já não nos assiste.

Pior me sinto quando me fazem sentir que com a entrada nos anos 30 já começo a dever algumas a sociedade.  As dívidas aos bancos por empréstimo de primeira habitação, registo da viatura bem como um registo na maternidade.

Pois é sem casa própria, sem carro nem carta, sem filhos. Sinto me tão pronto para isso como me sentia  10 anos atrás enquanto estava na faculdade.  Esses objectivos ainda estão bem distantes, aínda   a muito que quero fazer.
Sinto em mim agora que estou nos 30 uma grande diferença que a entrar nos 20 não senti.
O tempo não pára e os meus 20 passeios entre estudos e trabalhar mas pouco fiz daquilo que queria mesmo fazer.  O tempo passa e se não dedicamos esse tempo a nós mesmos ninguém os vai devolver.

Pois o meu conselho para esta nova década é dediquem se à vossa pessoa.
Não caiam em rotinas pois elas consomem o espírito.  Até sair a noite tornasse rotineiro.

À um século atrás foi a década dos loucos anos 20. O contexto histórico é geo político parece que nos leva para outra doze loucura. Por isso abracem a loucura...

Mas não sejam trolíticos. Trolls da política...